Julian Tuwim (1894-1953) é um dos grandes poetas polacos, mas não só. Foi também tradutor de poesia, crítico, brincalhão, colecionador compulsivo de textos esquisitos, dicionários, livros raros e outras coisas bizarras. Publicou vários volumes de poesia, incluindo poemas para crianças.
Já em pequeno se notava a sua curiosidade pela linguagem e pela poesia. Tinha um caderninho em que ia apontando todas as palavras esquisitas que encontrava e que depois adorava analisar. Este seu amor e esta sua mania pelas palavras é o que torna a sua poesia inconfundível. Adorava brincar com os sons da língua, inventar palavras novas, trocando as voltas aos prefixos e aos sufixos.
«A Locomotiva» é talvez a mais conhecida das suas obras para crianças. É como uma onomatopeia gigante feita de palavras e expressões que imitam o som de um comboio que corre sonante pelos caminhos de ferro.
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terça-feira, 3 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Gerardo Beltrán e José Carlos Dias
Gerardo Beltrán nasceu no México, mas um belo dia decidiu viajar pelo mundo, e viajou, viajou até chegar a Varsóvia, onde agora escreve e traduz poesia, e tenta, na Universidade, convencer os outros a fazer o mesmo ou algo parecido. Além de comboios, gosta de poças, de muros, de sombras, de todo
o tipo de inscrições e da vida com amoras e outros frutos.
José Carlos Dias nasceu em Lisboa, em 1975. Em criança, passava os dias a brincar com legos, a ler e a jogar videojogos. De repente, tornou-se professor, e depois de uns anos a ensinar em Portugal, fez as malas e foi para Varsóvia, onde dá aulas de Português na Universidade, inventa projetos e traduz. Trocou os legos por palavras (que são a mesma coisa), e continua a ler e a jogar.
o tipo de inscrições e da vida com amoras e outros frutos.
José Carlos Dias nasceu em Lisboa, em 1975. Em criança, passava os dias a brincar com legos, a ler e a jogar videojogos. De repente, tornou-se professor, e depois de uns anos a ensinar em Portugal, fez as malas e foi para Varsóvia, onde dá aulas de Português na Universidade, inventa projetos e traduz. Trocou os legos por palavras (que são a mesma coisa), e continua a ler e a jogar.
domingo, 1 de abril de 2012
Paulo Galindro
Paulo Galindro nasceu às 18 horas desse magnífico dia que foi o 11 de julho de 1970. Tudo começou quatro anos depois, num bailado de menino-pintor em cima de um lençol de papel, ao som das máquinas de impressão da gráfica onde o seu pai António trabalhava. O cheiro das tintas e a imensa brancura do papel despertaram-lhe as vocações de arquiteto, sonhador, artista e astronauta.
De dia, o Paulo é arquiteto, mas quando chega a noite (e em todos os seus tempos livres) o Paulo é as quatro coisas ao mesmo tempo, e saem-lhe das mãos ilustrações de arregalar os olhos de feericidade. A Locomotiva é o décimo livro que ilustra. Ah, é verdade… adora café e dióspiros com canela.
De dia, o Paulo é arquiteto, mas quando chega a noite (e em todos os seus tempos livres) o Paulo é as quatro coisas ao mesmo tempo, e saem-lhe das mãos ilustrações de arregalar os olhos de feericidade. A Locomotiva é o décimo livro que ilustra. Ah, é verdade… adora café e dióspiros com canela.
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